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Ícone de Estilo: Iris Apfel

terça-feira, 5 de julho de 2011

Estava dando minhas voltas na web, vendo os blogs que sigo e me deparei com a minha versão daqui há muitos anos. E não, amigos, não foi uma visão. =)

Iris Apfel. Estava no blog da Anna Dello Russo e vi a foto de uma senhora muito fashion, cheia de acessórios (brincos, colares, pulseiras). Me chamou a atenção. Vi a legenda da foto e fui ao Sto. Google me informar de quem se tratava a senhora tão estilosa.

Pois é. Iris Apfel é é uma empresária norte-americana, designer de interiores e ícone da moda. Estudou História da Arte na Universidade de Nova York e freqüentou a Escola de Arte na Universidade de Wisconsin . Na juventude trabalhadou para Women's Wear Daily e como designer de interiores, para a Elinor Johnson. Ela também foi assistente de ilustrador de Robert Goodman. [fonte Wikipedia]

Ela e o marido fundaram em meados dos anos 50 a Old World Weavers, uma empresa de tecidos de decoração que se tornou uma das mais prestigiadas do ramo e autoridade em reprodução de padronagens antigas.

O estilo de Iris Apfel é inconfundível. Ela mistura alta-costura com achados em brechós (e ela já fazia isso muito antes de ser considerado fashion). Extravagante e maximalista, a designer é lembra um pouco o estilo de Anna Dello Russo, né? Ou seria o contrário? rs

Em 2005 o Metropolitan em New York fez uma exposição sobre Iris, chamada ‘Rara Avis: Selections from the Iris Barrel Apfel Collection’.(http://blog.espacofashion.com.br)









Me amarrei, gente! Quero ser ela, quando for idosa! #achophyno

Fica a dica! =)

Moda e Mídias Sociais

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Acho que ninguém que mexe com internet, hoje em dia, vive sem as famosas mídias sociais. Elas podem ser consideradas como uma das principais tendências da sociedade contemporânea. Do Orkut, passando pelo Facebook, Twitter e etc... Até desconfio daquele que opta por não ter alguma mídia.

As mídias sociais afetaram a forma como nos comunicamos. Mudaram a forma como nos relacionamos. Nos aproximou daqueles que nunca falamos na vida "real", nos ajudou a restabelecer contatos perdidos e ampliou nosso leque social. 

Acima de tudo, as mídias sociais ampliaram (e vulgarizaram) nosso acesso à informação. Nunca soubemos tão rápido das coisas. Se vivíamos velozes, com as mídias esse tempo acelerou mais ainda. Somos bombardeados de tantas informações a todo instante que sequer temos tempo de digerí-las. Perdemos muito tempo nos atualizando de tudo que ocorre dentro e fora da internet só pelas mídias. E quando terminamos, novas informações já foram geradas.

Conhecemos, também, o poder dessas mídias. Atores que nunca teriam voz, hoje possuem. Basta uma linha, um computador, e um anônimo numa conta do Twitter posta algo que pode cair nas graças de todos. Nunca tantos tiveram acesso a palavra, inteiramente democrática. E todos tem algo a dizer, do mais pessoal ao mais coletivo. A informação está lá, bastando apenas ser descoberta.

O que me choca é que as mesmas razões que levaram ao boom e sucesso das mídias levaram também a um certo "tiro no pé". Digo isso, porque a mesma velocidade que implicou, necessariamente, numa ampliação e aceleração do alcance da informação, desembocou numa perda de credibilidade.

Por esses dias estava vendo uma entrevista com uma senhora que não me lembro o nome, mas era da área de jornalismo de Moda. Lembro que ela disse: Hoje não importa que se poste o melhor conteúdo. Hoje importa que se poste. Depois iremos refinar o que foi postado. A velocidade vem antes da qualidade. Quem possui o melhor feeling de ir onde o fato está, estará na frente, independente se é a invasão do morro do Alemão ou o SPFW. Expõe-se uma foto, escreve-se 140 caracteres de impressões parciais sobe algo e depois de tudo, fazemos um balanço, uma palavra definitiva sobre.

Como as mídias são democráticas (bastando somente um login), elas se popularizaram muito. E foi essa democratização, com esse aceleramento a informação que, talvez, tenha ajudado em sua banalização. E muitos setores que poderiam ganhar com um bom uso das mídias sociais preferem se manter a margem delas.

Lembro-me dos olhares incrédulos quando da decisão de ingressar um laboratório de estudos da minha universidade nas mídias sociais. Um evento deveria acontecer e todos estavam um pouco receosos sobre como usar as mídias para divulgar um evento de História e para angariar público. Desconfiaram da cobertura realizada das conferências via Twitter, onde pontos interessantes dos palestrantes eram postados para dar um panorama geral do tema debatido. Claro que sabíamos que não eram nem 30% do que estava sendo dito ali, naquela sala. Mas era, em linhas gerais, um meio de divulgar o pensamento do autor. Em instância maior: de inserir a universidade e suas práticas/pensamento (tantas vezes afastadas da sociedade) lá, na internet. para todos verem.

Talvez o medo desses pessoal seja o de ocorrer com eles exatamente o que ocorreu em outras áreas, especialmente o da Moda: vulgarização da informação.

Hoje, existem tantos blogs de moda, tanta pessoas escrevendo, falando, produzindo informação sobre e divulgando essa informação que fica até difícil averiguar sua credibilidade. Trata-se de um esforço muito maior de averiguação do que de acesso ao dado. Temos que desconfiar de tudo que lemos, muito mais do que há 5anos atrás.

Vc confia em tudo que lê?

Coberturas de desfiles inteiros são feitos enquanto as modelos ainda desfilam. Você toma conhecimento das possíveis futuras tendências em doses homeopáticas: Muitas franjas no desfile!, Cores quentes irão dominar a estação, Vejo barras assimétricas!, As plumas irão voltar? e por ai vai... E quando leio essas coisas, me pergunto: até onde a preocupação em divulgar uma informação sem a devida reflexão é benéfica? Claro, não vamos ficar ad eternum pensando, criando teses e explicações acadêmicas para tudo, com um tom quase definitivo. Não é isso. Mas por que postar, divulgar coisas que sequer sabemos o "final" (levando  em conta que as coisas não tem um "final" e, sim, distintos desdobramentos - o final do desfile, do evento, dos eventos correlatos... - e todos eles nos trazem diferenciadas respostas e reflexões). 

A coisa se agrava ainda mais quando pensamos que, se por um lado, a mesma pessoa quem posta enlouquecidamente informações buscando justamente vencer o tempo e estar o mais "fresco" possível em termos de notícias, essa mesma pessoa, irá buscar a informação mais coerente, embasada. No caso da Moda, os consumidores não se contentam simplesmente em receber informações de desfiles ou tendências, buscam, antes de tudo, interação com a marca, gerando conteúdos que desafiam as práticas tradicionais de comunicação e marketing. Hoje não adianta mais impactar, persuadir e convencer. A nova ordem, ditada pelas mídias sociais, é informar, engajar, envolver e entreter. A interatividade, rapidez na obtenção de dados, seletividade e capacidade de gerar conteúdos interessantes nas mídias sociais são demandas cada vez mais crescentes do público consumidor dessas mídias. E eu pergunto: o quanto de fato isso tem sido feito? Conto nos dedos as poucas empresas/pessoas que sabem utilizar bem as mídias de forma a não somente informar sobre Moda enlouquecidamente, mas produzir um conhecimento, fazer diferença.

Esse texto não é uma anti-propaganda às mídias. Mas um convite a reflexão. Como diria Erik Qualman: Nós não temos a escolha se devemos usar mídia social, a questão é a forma como vamos usá-la.

Fica a dica! =)

De onde vêm as pin-ups?

domingo, 3 de julho de 2011

As pin-ups entraram para o imaginário popular, principalmente nos anos 40 e 50, como símbolos de sensualidade e feminilidade. Algumas ficaram famosas; como Clara Bow e Bettie Page.

Pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. Embora elas sejam realmente muito sensuais, temos a mistura do clássico romantismo. Uma das marcas de uma Pin Up é a Cereja, batom bem forte, deliniador entre outros, estampas de bolinhas e laços, sempre (ou quase) em fotografias com temas relacionados à vida doméstica, tocador e riqueza.

Vocês já imaginaram como elas eram de verdade, sem os lacinhos e os poás? Pois então, eu conheci. No site da Zupi. Conheça algumas das pin-ups em carne e osso e belíssimas! Confira as fotos realizadas antes das ilustrações (detalhe para a ação do "photoshop" da época: retirando gordurinhas, deixando lábios mais carnudos... rs). Mas no rea ou no desenho, eram cheias de charme! =)












Fica a dica! =)

Macacão sem pagar mico.

sábado, 2 de julho de 2011

Esse post vai em homenagem a uma pessoa muito querida, Airan. Visitem o blog dela!

Ela estava esses dias me pedindo dicas sobre macacão (me senti A personal style! rs...), tecidos, cores, se ela poderia usar sendo baixa... E ela mesmo me disse "como não encontrei nada no seu blog, te escrevo perguntando.". 

Bom, eu respondi, em linhas gerais, as dúvidas dela. Mas a dica dela de postagem ficou e hoje resolvi fazer um post sobre macacões. Assim, podemos ajudar a outras pessoas que tenham a mesma dúvida. Vamos lá.

Macacão é uma peça-chave. É que nem vestido: uma única peça que faz praticamente um look inteiro. Sua única preocupação é a bolsa e o calçado. Não é demais? Prático, rápido e super versátil, é ideal para quem não quer perder tempo. O macacão deixou de ser aquela peça informal e hoje vai do shopping a coquetéis de luxo sem o menor problema. Bastando apenas utilizar os tecidos, calçados e complementos corretos.

Uma outra coisa muito bacana do macacão é que ele serve para as duas estações. Mesmo que seja uma macaquinho (macacão com pernas curtas), basta usar uma meia calça e vc estará pronta para o inverno. Caso ele tenha mangas curtas, combine com um casaco e problema resolvido. E a mesma peça serve para os dias de verão. Super coringa! Fora que o macacão é super confortável, soltinho e ideal para aqueles dias em que estamos parecendo um peixe-boi e que nada fica legal, rs... E o melhor: são um investimento a longo prazo. Se vc souber escolher um tecido de boa qualidade, uma cor clássica e optar por modelos atemporais, as chances de usar seu macacão daqui há dez anos e fazer sucesso são IMENSAS!

Nas passarelas:








Maria Bonita Verão 2010 - http://manequim.abril.com.br
Maria Bonita Verão 2010 - http://manequim.abril.com.br
A novela Viver a Vida foi um desfile sem fim de macacões em diversos modelos. Confira algumas imagens:






E Taís Araújo adotou o visu da personagem para ela! =)

Como usar:
  • Macacões são perfeitos para esconder gordurinhas indesejáveis. Se for o seu caso, opte pelos mais larguinhos de preferência a tecidos mais flúidos.
  • Podem ser combinados com todos os tipos de sapatos. Aconselha-se, contudo, que se utilize com macaquinhos calçados rasteiros e macacões (por alongarem a silhueta) saltos (permitindo os rasteiros tbm). Claro que vai muito do bom senso. Vc pode ter um macacquinho e colocar uma meia escura e um ankleboot (o que alongaria as pernas). A idéia é experimentar, se olhar no espelho e ver se ficou bacana. Anabelas, tênis e sandálias gladiadoras tbm são mto bem vindas! 
  • Os acessórios são grandes aliados. Invista em coletes (mas não use caso o macacão tenha botões na frente), colares grandes, broches, lenços e cintos para variar. Cuidado somente com macacões com estampas: eles não irão combinar necessariamente com tudo. Novamente, tenha bom senso.
  • Mulheres de quadril fino podem optar pelos modelos com pernas afuniladas, o contrario serve para as de quadril largo, equilibrando a silhueta.
  • Sem medo de crescer: os macacões são perfeitos para as mais baixas, pois eles alongam a silhueta. Evite, contudo, os que possuem estampas muito abertas ou com desenhos grandes (tipo, flores imensas, bolas gigantescas, listras larguíssimas e na horizontal), pois aí sim, elas vão achatar vc. Para não errar, aposte na estampa liberty, que não engorda e é super charmosa.
  • Esfriou? Jaquetas, pashmina, bolerinhos e blazers são super bem vindos. 
  • Os macacões brilhosos são super fashion em festas e eventos e substituem, a altura, os vestidos. Vc surpreenderá e será bem difícil ter outra pessoa com o mesmo look que vc.
  • Macacões de alfaiataria vão bem em ocasiões mais sociais, como trabalho e reuniões.
  • Fuja dos macacões justíssimo (a menos que vc queira bancar a mulher-gato ou a Britney Spears, parecendo uma salsicha!). São super vulgares!
E aí? Ajudei? Espero que sim.

E visitem o blog lindo da Airan: http://hmuitomais.blogspot.com/

Fica a dica! =)


Amor do Dia

sexta-feira, 1 de julho de 2011


Kate Moss, polêmica, no seu casamento campestre baphôonico com Jamie Hince usando Galliano (tbm polêmico)!

Fica a dica! =)

Pense nisso...



Sai do Twitter e do FB e vai ler um livro. Também é chique, viu?

Fica a dica! =)

Herchcovitch e seus copinhos de requeijão

Quem nunca juntou meia dúzia de copinhos de requeijão só para usar no dia-a-dia e não ficar com um mega remorso se quebrassem? Eu sei que a medida pode parecer meio pão-durista, pra não dizer pobre mesmo. Mas TODO mundo já fez isso e eu não vou me eximir.
Bom, o fato é que essa prática agora será copiada e por todos amantes de Moda. Querem saber por que?
A noticia é antiga mas está valendo: a Danúbio, empresa de laticínios, lançou a campanha Fashion for Food (F4F), criada e pela Megg, agência especializada em marketing gastronômico.
A idéia é mesclar dois conceitos: moda e gastronomia. Serão várias coleções. A primeira é assinada por nada mais, nada menos que Herchcovitch; Alexandre (o grande!)! Feita sob medida para despertar a atenção do público jovem adulto, a campanha tem como objetivo construir uma nova base de consumidores.
São estampas abstratas, geométricas, flores e as famosas caveiras, assinatura inconfundível do estilista! #bapho
Os novos copos tem formato slim, dimensões mais finas e elegantes, com estampas exclusivas do estilista. A coleção ainda inclui três modelos de ecobags também desenvolvidas pelo estúdio Herchcovitch;Alexandre. Para adquirir a bolsa, basta juntar cinco tampas dos copos de Requeijão Danubio e apresentar na compra de um Queijo Frescal Danubio.
Eu quero a de caveira!
Os copos, segunmdo consta, já estão disponíveis nos pontos de venda desde de 30 de maio de 2011. Ainda não vi pelas minhas bandas até agora... Vou buscar!
Fica a dica! =)

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