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Black Swan

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Está bem, eu confesso. estou fissurada em Cisne Negro.

O thriller psicológico de Darren Aronofsky (Réquiem para Um Sonho, O Lutador), Black Swan, possui cartazes belíssimos.  Na minha humilde opinião, os cartazes gráficos são mais belos que os feitos por fotografias.

As peças, lindíssimas por sinal, podem ser conferidas na galeria abaixo:




Para mim, esse é o cartaz mais belo.

Igualmente impactante o trabalho de criação desse cartaz, onde a cabeça do cisne se confunde com o olho da bailarina  derramando uma lágrima de sangue. Reparem o rosto dela.

Esse cartaz, que lembra estilhaços de espelho, está em total conformidade com o filme! Fantástico!


Impactante. Belo.

Doçura e violência.



Eis o trailler:


Fica a dica! =)



#Luxo




Amei tudo! O chapéu, a make, o anel. #bapho e #phyno

Sascha de Chanel no Autumn/Winter 09.

Fica a dica! =)

Ballet, Cisnes e Chanel

O filme Cisne Negro (Black Swan) está causando frisson. Bela trilha sonora, enredo denso, excelente figurino. Como se não bastasse, revela ainda o mundo obscuro do ballet, mostrando que nem tudo é graciosidade e leveza.

O filme retrata a história de uma bailarina escolhida para ser a protagonista do Lago dos Cisnes.  Não vou me ater ao enredo, pois outros sites já o fizeram muito bem (esse  e esse, por exemplo).

O Lago dos Cisnes foi o primeiro ballet clássico que permitiu aos bailarinos uma interpretação e uma personificação dos personagens porque exigia a reprepresentação de um animal num corpo humano. Isso foi uma novidade para a época romântica. Até então, as bailarinas e bailarinos ficavam e (ainda ficam) escravos 
delas e das marcações dos coreógrafos. Por isso que há padrões no ballet e isso significa que todos devem dançar da mesma forma.

O Lago dos Cisnes foi o primeiro que permitiu uma quebra desses padrões, dando liberdade de interpretação. A melhor Odette até hoje foi a linda Margot Fonteyn com seu partner maravilhoso Rudolf Nuriev, fizeram performances lendárias.

Num dos atos desse ballet, temos A morte do Cisne. Trata-se de um cisne, se debatendo até a morte. Dizem os entendidos que não houve quem se igualasse nessa performance à bailarina russa Anna Pavlova, cuja graciosidade e intensidade lhe renderam fama nos idos de 1905. A coreografia é executada pela bailarina toda na ponta, trajando branco. E é aí que nosso post ganhar sentido (a notícia é velha, mas queria compratilhar com vcs).

Karl Lagerfeld, diretor criativo da Chanel há mais de duas décadas, seguiu os passos da mestra Coco Chanel e desenhou a fantasia para a estrela do espetáculo “A morte do cisne”. Esse espetáculo comemora o centenário da companhia Ballets Russes de Serge Diaghilev. Foi a própria designer que criou as roupas para a primeira versão do balé apresentado no Teatro de Châtelet em Paris logo após a Primeira Guerra Mundial em 1919. Ela era amiga de Diaghilev.

A Ballets Russes foi de extrema importância no século XX e influenciou todas as formas de balé contemporâneo. Seus 20 anos de existência, de 1909 a 1929, entraram para a história da dança com o nome “Época de Diaghilev”.

Lagerfeld durante o processo de criação da fantasia admitiu sua fascinação pelo balé (#phyno) e contou que quando criança se impressionava com as imagens de Anna Pavlova dançando. 

O Kaiser, então, criou o tutu que é usado pela primeira bailarina Elena Glurdjidze neste espetáculo. A roupa possui mais de 2500 plumas de aves diversas (avestruzes, perus, galos e galinhas), além de tule. O que tomou mais de 100 horas de trabalho nos ateliers da Maison Chanel.

Será Elena que dançará o famoso solo de 4 minutos de “A morte do cisne” que originalmente foi criado para a renomada bailarina Anna Pavlova em 1905. “A aparência equivale a 50% da representação, por isso é muito importante ter uma bela fantasia”, diz a bailarina.

Confecção do Tutu
Apresentação privê da Morte do Cisne
Elena Glurdjidze trajando Tutu e o Kaiser
Elena Glurdjidze em performance trajando Tutu 

Durante a prova final do tutu Elena Glurdjidz performou o lendário solo para Lagerfeld na famosa sala de provas da Chanel, o qual foi filmado e poderá ser assistido no filme abaixo.


E para aqueles que desejam ver outra versão da Morte do Cisne, emocione-se com essa, da bailarina Uliana Lopatkina:



Fica a dica! =)

Amor do dia!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011


Fica a dica! =)

#Luxo


A vez deles: ex-girlfriend jeans

A mania do "boyfriends" foi forte. Blazer boyfriend, calça boyfriend, t-shirt boyfriend e o boyfriend jeans. Tudo em modelagens mais larguinhas, soltas e  retas... Havia aquelas que usavam mesmo os itens do namorado, marido por aí. E eles reclamaram? E Como! Meu namorado mesmo: "Não satisfeitas em ter milhões de opções, agora querem usar as nossas roupas????"

Pois se você, menino, fez parte dessa leva que odiou a moda boyfriend, fique feliz! Sua vingancinha chegou!

A Levi’s lança agora o ex-girlfriend jeans (em português, o jeans da ex-namorada), uma calça masculina que pegou as características da feminina emprestadas. A descrição no site da marca diz: “Lembra da namorada com um grande estilo? Aqui está uma homenagem a ela – um ajuste que é superconfortável por toda a parte, uma atualização do clássico 5 pockets que é tão skinny quanto pode. Feita com muito stretch“. E o melhor: pelo preço módico de R$ 65,90!

Veja o modelo, meninos! Super sexy!

Agora, responda: você, homem, usaria o jeans da ex-namorada? Pois saiba, guys, que muitas meninas amariam ver seus gatos super sexys e charmosos nessas calças. Se estiver com o corpitcho em dia... vai arrasar! 

E o melhor: não precisa esperar ser ex para ele usar! Meninas: deem para seus gatos um jeans desse! 


Eu adorei!

Fica a dica! =)


Moda e Acessibilidade

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Gostei dessa notícia. 

Após 2 anos de pesquisa, a Haco, empresa de Blumenau (SC), apresentou uma etiqueta especial, com linguagem em Braille, destinada a cegos. Olha que bacana! 

O produto, que viabiliza o acesso do público a produtos de moda, foi testado pela Associação dos Cegos do Vale do Itajaí (Acevali). As informações devem ser disponibilizadas na etiqueta e também na barra da roupa. E o melhor: não são feias (porque as pessoas são cegas, o produto não precisa ter uma aparência horrorosa!).

As confecções poderão optar por itens com a linguagem, em tamanho regular e 3 materiais (tecido, borracha ou papel craft). Nelas, também escolherão que informações imprimir, lembrando que não deve ser extenso, uma vez que os caracteres Braille ocupam mais espaço do que o alfabeto comum. Embora existam trâmites no Congresso Federal, a adoção dessas etiquetas ainda não é obrigatória. Deveria ser, né? Afinal, cegos ou não, todos consomem Moda. Mas já vale pela iniciativa! Confira as etiquetas:






Muito legal, né? Parabéns a Haco pela iniciativa!

Fonte: http://www.usefashion.com/categorias/noticias.aspx?IdNoticia=93899

Fica a dica! =)


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